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  • Na Aurora da Vida, a Eternidade: conversas sobre Álvares de Azevedo

    Ref: ESTR0148
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IMUNIDADE COLETIVA (SÓ ENTRA AQUI QUEM TROUXER SOCORRO)


Autor: Arlindo Gonçalves

Ilustrações: Matheus Vigliar

Romance/ Drama/ Literatura Contemporânea

 

Paulo e Francisco têm quase a mesma idade. Tendo sido engraxate no passado, Paulo é hoje professor de geografia. Francisco, um ex-sem-teto, vivia da venda da revista Ocas”, mas como sua atividade foi interrompida pela pandemia do novo coronavírus, restou a ele vender água e refrigerante nos trens da CPTM.

No inverno de 2020, fase mais dura do primeiro ano da pandemia, Paulo sai de casa para ir ao enterro de seu tio Jorge, vítima da covid-19. A caminho do funeral, o geógrafo relembra seu humilde passado de engraxate, as amizades feitas nas ruas por conta do cotidiano do trabalho que exercia e a favela onde cresceu.

Dependente químico, Francisco dribla as adversidades para não sucumbir ao álcool, do qual está afastado há anos. Assim como Paulo, o vendedor ambulante sofre com uma perda pessoal ocorrida durante a pandemia.
Dois destinos que se entrelaçam fortuitamente com os de outras pessoas: duas freiras, uma senhora budista, uma moça roqueira e três homens. Desconhecidos uns dos outros, em plena crise sanitária, eles têm suas vidas afetadas por um episódio de violência urbana que os faz reagir com as únicas armas de que dispõem...


·  Formato: 14 x 21cm
·  188 páginas (P&B) em pólen soft 80g
·  Capa em cartão 300g, com orelhas e laminação fosca.


NA AURORA DA VIDA, A ETERNIDADE: CONVERSAS SOBRE ÁLVARES DE AZEVEDO


Autora: Luciana Fátima

Biografia 

Luciana Fátima captou com mão precisa o momento condizente ao estado de alma dos Românticos: o recolhimento forçado de uma doença de alta transmissibilidade e que nos lançou num mundo novo, porque desconhecido, propício à introspecção, ao ensimesmar-se e ao ponderar a vida. Representante máximo do byronismo em nosso país, da melancolia, do tédio e do desalento diante da modernidade que então feria seus sentimentos finos, Álvares de Azevedo também teria sabido apanhar a oportunidade que passasse por sua janela, trazendo para o papel e traduzindo com a tinta a atmosfera da sua São Paulo, enferma e lastimosa, desse conturbado e solitário século XXI. Que a leitura ligeira e prazerosa com que Luciana nos brinda traga a pausa da reflexão que é própria da literatura e convide à mesa, para a tão perfumada xícara de café, o reconfortante chá ou a taça inspiradora, os leitores de Manuel Antônio Álvares de Azevedo. Que o livro de Luciana ilumine com sua lâmpada sombria os caminhos que percorremos desde a morte do poeta, fazendo brilhar as letras de seus ensinamentos.
— Ana Beatriz Demarchi Barel —


·  1a edição - 2021
·  Formato: 14 x 14cm
·  240 páginas (P&B) em polen soft 80g
·  Capa comum 300g 4x1 laminação fosca


 

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